
Aceitamos VISA
|
Gestante - da barriga até o coração!
DA BARRIGA ATÉ O CORAÇÃO!
TODOS NÓS SABEMOS COMO É "SER FILHO"....MAS NEM TODAS AS MULHERES SABEM COMO É "SER MÃE"!
Fortalecer o crescimento do casal, e criar um vínculo adequado com o filho que está sendo gerado, atráves de mecanismos que aproximam o par ao bebê, é uma técnica iniciada ainda no século passado, , mas ainda pouco divulgada: O PRÉ NATAL PSICOLÓGICO!
Nunca ouviram falar? então vamos a ele!
O nome técnico é psicoprofilaxia da gestação, parto e puerpério, que nada mais é do que um acompanhamento psicológico da gestante, ou do casal grávido, realizado por psicologas especializadas em medos, fobias e questionamentos normais nessa fase, mas que poucas admitem sentir, e consequentemente, acaba guardando para si, com o receio de ser a única a sentir todo aquele "pacote" de sentimentos ambivalentes, conflitantes, por vergonha, ou medo de não ser bem interpretada, sentindo uma culpa imensa, que com certeza, afetará de alguma forma, seu parto.
É uma terapia breve, que começa ao terceiro mês de gestação, e termina quando ela estiver amamentando e se sentindo segura com o novo papel...o de mãe!
Ele pode ser realizado, com o casal, sendo inclusive o mais recomendável, ou por grupos de gestantes, com a mesma idade gestacional.
Nem todos sabem mas a participação paterna no processo é fundamental, pois ajuda a eliminar os sentimentos negativos "inconscientes", de inveja, ciúme, raiva, que a maioria dos pais sentem em relação ao contato Mãe-filho, se sentindo ignorado nesse relacionamento.
"O pai fica muito feliz por ser lembrado como integrante do processo, diz a Psicóloga psicoprofilaxista, Dra. Valéria Monteiro, cuja pós graduação foi feita no hospital 9 de julho, e posteriormente implantado em vários hospitais tanto estaduais, como municipais, com resultados excelentes, como partos mais tranquilos e mães mais seguras.
A participação do pai trnsmite maior segurança à mãe, pois mesmo não sendo a primeira gravidez, é sempre um período de angústias, medos e inseguranças.
É comum, muitas vezes, a grávida se sentir incapaz de cuidar do filho, ou se preocupr com as mudnças domésticas que o bebê provoca na vida doméstica. Outras vezes, a gestante idealiza o filho, e quando v~e que ele não é exatamente como ela havia imaginado, sente pouca afinidade com o bebê, provocando sempre, sentimentos de culpa, pois ela não se permite esse questionamento.
Outro ponto que a psicolprofilxia ajuda a encarar de forma mais tranquila, é o tipo de parto, pois cria-se muita expectativa em se ter um parto normal, mas podem ocorrer alguns impedimentos fisícos, e nós a preparamos para uma eventual cesariana, sem que a deixe abatida.
O equilibrio é buscado a todo momento. Por exemplo, se figura da mãe toma todo o espaço da esposa e da mulher, isso a torna insegura, principalmente com as mudanças muito rápidas do corpo, onde muitas vezes ela engorda muito, se sentindo feia, pouco atraente, atrapalhando a vida sexual desse casal.
Bem, no processo da psicoprofilaxia, o casal grávido, ou o grupo, recebem informações sobre tdo que diz respeito a esse processo, exatamente como um curso para gestantes, mas o diferencial está em exatamente trabalhar cada tópico, levando em conta o nível de ansiedade que aquele determinado assunto esta causando nessa gestante, e só depois de trablhado, passamos para outro tópico.
É nescessário lembrar que a gestante assume um outro papel: o de criança, regredindo, e tendo como resultado, as vontades ou desejos fora de hora, bem típico de crianças que precisam chamar a atenção. Essa regressão é natural, e saudável, pois é exatamente nesse momento que ocorre a simbiose, isto é, a troca de experi~eencias entre mãe-filho, pois somente se sentindo criança, ela entender e se omunicar mesmo que a nível incoNscieNte com aquele bebÊ.
Portanto, são dadas informações obstetricas, exercicíos fisícos, para fortalecer o muscúlo dos braços, das pernas, cuidar da coluna, recomendações sobre tipo de calçados, roupas, alimentação, cuidados com o bebê, amamentação, etc.
O acompanhamento continua, em geral, até 15 dias após o parto, e tem como finalidade diminuir ou eliminar a depressão pós parto, e impedir uma psicose puerperal, lém de a paciente ir muito segura para o parto, facilitando o trabalho do médico, e recebendo esse ser tão esperado com a alegria de quem já parece ter nascido mãe!
Esse é o maior vínculo que se pode existir, e um dos únicos que ninguém pode tirar de você!
|